Golpistas da olivicultura no interior de São Paulo não desistem. Entenda

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Figurinha Repetida. Os trapaceiros do azeite, que foram pegos com a mão na massa em setembro pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) nas cidades de Jaú e Itapuí, em São Paulo, já haviam sido “pegos com a mão na botija”.

Parece que eles têm um estoque infinito de más ideias. As marcas envolvidas são as seguintes: Escarpas das Oliveiras (lote 13167B) e Almazara (lote 41279).

“Azeitou” Tudo. A Operação do Mapa não brincou em serviço e confiscou nada menos que 9.182 frascos de 500 ml e 240 embalagens de 5 litros, somando incríveis 5.795 litros de azeite de oliva. Os azeites estavam desclassificados, o que foi comprovado por laudos analíticos e/ou por não apresentarem procedência segura, ou seja, foram produzidos por empresas clandestinas.

Vai doer no bolso. De acordo com o artigo 27 da Lei 14.515/22, as multas podem chegar a até R$ 150 mil. Além disso, o azeite deles pode acabar indo para o caixote de lixo, às custas dos infratores.

Neste caso, menos é mais prejuízo. A lição aqui é clara para os consumidores: evitem ser enganados por produtos que estão muito abaixo do preço de mercado. No final das contas, pagar um pouco mais caro por um azeite de qualidade é uma escolha muito mais sábia do que ter que lidar com a decepção de um produto fraudado.

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