Do campo para o sofá: O milho-pipoca

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Você sabia que o milho pipoca não é muito plantado por aí? Pois é, esse grãozinho que fica uma delícia estourado na manteiga fica mais restrito a produções de pequenos produtores rurais. Mas… ainda assim, o Brasil é um tradicional produtor.

Diferenças. O milho-pipoca é bem diferente do milho comum. Ele tem mais água na composição, a semente é pequenininha e a casca é durona. Aí, quando esquenta, PÁ, ele estoura. A água vira vapor, explode a casca, e pronto, lá está a espuminha branca prontinha pra ser devorada. (vendo um filminho fica melhor ainda).

E como é o consumo dos dois? Se você assistiu a Brasil e Venezuela, disputado na Arena Pantanal no Mato Grosso, na última quinta-feira (12), deve ter pensado “o de pipoca é usado para jogar no Neymar”, mas não, não é só isso.

Apesar de parecidos, esses milhos têm cada um o seu rolê. O pipoca é a estrela do lanche, direto na boca, enquanto o comum vai parar em tudo quanto é lugar, tipo ração, etanol, amido e outras paradas. Coisas da vida, né?

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